Automóveis
Publicada em 25/11/17 as 10:29h - 49 visualizações
Anfavea: Temer garante que Rota 2030 sairá do papel
“Não há motivo para pânico”. A afirmação veio do presidente da Anfavea Antônio Megale, após se reunir com 14 chefes de montadoras do país e mais o

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"Não há motivo para pânico". A afirmação veio do presidente da Anfavea Antônio Megale, após se reunir com 14 chefes de montadoras do país e mais o presidente da República Michel Temer, bem como com ministros e representantes do governo. O motivo é a preocupação do mercado em relação à aprovação do Rota 2030, novo programa automotivo que é considerado essencial para que a indústria volte a investir com garantias e que o país possa assim se converter em um player forte no cenário internacional.

Megale disse: "Tenho convicção que um novo março regulatório para o setor sairá. O próprio presidente nos garantiu isso". O encontro ocorreu durante a entrega do Prêmio AutoData 2017, no dia 22. Para o presidente da entidade que reúne os fabricantes de veículos, Temer não fez comentários sobre o condicionamento da aprovação do Rota 2030 ao fechamento do acordo de livre comércio com a Europa.

Antônio Megale diz que não há relação entre o setor automotivo e o acordo com os europeus, pois este envolveria mais o setor de agronegócio, não tendo assim impedimento para ser aprovado posteriormente à assinatura do tratado com a União Europeia. O presidente da Anfavea também disse que em nenhum momento o setor mencionou essa condição em suas tratativas com o governo federal.

Megale menciona o fato por conta de informação publicada pelo jornal O Estado de São Paulo, onde o presidente teria dito que só aprovaria o Rota 2030 após a assinatura do tratado de livre comércio com a Europa. Segundo os argentinos, esse anúncio será feito em 10 de dezembro. De qualquer forma, a aprovação anterior ou posterior ao fechamento do acordo comercial, que demorou 18 anos para ser concretizado, não muda uma situação mais importante, a questão tributária.

Ela é o motivo pelo qual o Ministério da Fazenda segura o Rota 2030. Para a Anfavea, a questão está em discussão no governo. De acordo com Megale, a estrutura do programa ainda não foi definida e se comenta que haverá um IPI majorado entre 10% e 15%, condicionado às empresas que não cumprirem obrigações relacionadas com eficiência energética, segurança veicular, engenharia, etiquetagem veicular e pesquisa. O presidente da entidade diz que as montadoras não querem incentivos fiscais, mas previsibilidade para poder investir.

Em relação ao IPI, as alíquotas vigentes por lei deverão continuar, variando de 7% a 25%. No entanto, o problema não é esse, mas sim definir os rumores da política nacional para o setor visando os próximos anos. A década seguinte terá um impacto enorme no mercado automotivo internacional e na indústria do setor por conta da mudança de rumo em direção aos carros elétricos, autônomos e compartilhamento. Se o país não acompanhar a mudança, ficará pelo caminho. No dia 31 de dezembro, acaba o Inovar-Auto e novas regras têm de entrar, sejam elas boas ou ruins.

[Fonte: AutoData]




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